rendezvous

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terça-feira, 7 de junho de 2016

Exhibition at the Museum of New Art in Pärnu, Estonia. 2016





"hole", 200x200cm, acrylic on canvas. Pärnu, Estonia. 2016

"hypernova" oil; "joint" acrylic, "spheres" oil; "manifesto" oil; "recovery" oil









"le gauche" acrylic; "succumbence"acrylic; "planet love" acrylic; "black hole" mixed media; "recovery 1" mixed media





REVIEW by the British Art Historian Edward Lucie-Smith
http://www.artlyst.com/articles/aliens-in-estonia-art-on-the-margins-often-supersede-the-capitals
Estonian TV report
http://kultuur.err.ee/v/kunst/uudis/c2b96c95-7a6f-4b51-8e0d-155d4243fffa/tanavune-parnu-aktinaitus-keskendub-tulnukate-teemale




sábado, 9 de abril de 2016

les Plusieurs demeures - the serie

"The series name is les Plusieurs demeures or the many mansions in English. The intention is to expose the strangeness of the figures from a certain distance, such figures represent the emotional, psychological, intellectual, social and cultural compliance and deformities in a context where they do not see or perceive themselves as such ... "
"Out of the cliché, I believe that the artist only can visually represent what is in the air, a common sense thinking of his/her time, it may even be a critical or the mere exposure of his ideas also elaborated imperatively out of his/her circumstance ..."
"The references I use are basically my personal studies in fields of interest as philosophy, anthropology and behavioral research (field), and the use of Black & White contrast in the search of only what can be generated by the form, without the interference of the visual power of color. It is this such contrast that, in my opnion, generates the biggest strangeness:many strange figures are and have been painted in different colors but in the noise of the colors they lose their formal force, something within their essence would be distorted by the color captivation and its varied frequencies. This is not the intention of the project ... "
"Would be like a trial a dummy run, an attempt to imagine how it would be to see ourselves from the outside ... such (in)sight I consider to be impossible... "
"Not that these figures represent the human being itself, but their resemblance resided in the way they apparently believe to be comfortable with something that eludes them ...and that's what I personaly attribute the inconvenience of the images ... those multisubjectivities apprehended from their inner individual moment, as if seen through an analysis experiment of the multiplicity of every being, and every world created by himself... "

"In relation to the materiality of the work, the question is its impact on the perception and reception of the observer, and the understanding that guides it; what differentiates the reception of different two-dimensional manifestations? is it the size? medium? framework of visual forces??? There is no certainty, and this is one chase I impose myself with this series. Different supports and materiality: dimension, strength and vulnerability to the limit and the possibilities that can be extracted from each field of forces ... "
AB

"O nome da série é les Plusieurs demeures ou as muitas moradas, em português.
a intenção é expor o estranhamento de figuras a partir de um afastamento, tais figuras representam conformidades e deformidades emocionais, psicológicas, intelectuais, sociais e culturais, num contexto onde elas mesmas não se percebem como tal..."
"fora do clichê, acredito que o artista somente represente visualmente o que está no ar, o senso comum do pensamento de sua época, seja numa crítica ou na exposição de suas ideias, também elaboradas impreterivelmente a partir de sua circunstância..."
"as referências são basicamente estudos e pesquisas filosóficas, antropológicos e comportamentais (de campo), e o uso do P&B na busca do contraste somente gerado pela forma, sem a interferência da força visual da cor.
é esse contraste que, a meu ver, gera o maior estranhamento: 
muitas figuras estranhas já foram e são pintadas em cores fortes (isso já se viu bastante) mas no ruido das cores elas perdem sua força formal, algo no âmbito da essência se desvirtua pelo deslumbramento da cor e suas frequências variadas, essa não é a intenção do projeto..."
"seria como um ensaio, uma tentativa de imaginar como seríamos se vistos de fora... coisa que nos é, considero, impossível... não que essas figuras representem o ser humano propriamente dito, mas sua semelhança residi na maneira em que estão se acreditando confortáveis com algo que lhes escapa...
e é a isso que atribuo o incômodo das imagens... essas multisubjetividades, apreendidas de dentro de seu momento individual, como se vistas através de um experimento de análise da multiplicidade de cada ser, e de cada mundo que ele cria..."
"em relação à materialidade da obra, o questionamento é o seu impacto junto a percepção e recepção do observador, e o entendimento que as guia; o que diferencia a recepção das diferentes manifestações bidimensionais? É a dimensão? medium? enquadramento das forças visuais? Não há certeza, e essa é uma das busca que me imponho com essa série. Suportes e materialidades diferentes: dimensão, resistência e vulnerabilidade ao limite e as possibilidades a serem extraídas de cada campo de forças..."
AB




hypernova, oil on canvas. 130x100cm. 2016

east road, acrylic on canvas. 57x45cm. 2013
selv portrait in the dark over stories on paper. photo drawing. 2015
suspension walking the tightrope supended by thoughts acrylic on cardboard. 50,5x39cm. 2015
les bois, acrylic on canvas. 60x29cm. 2013
rendez-vous. mixed media on paper. 32x24cm. 2013
sucumbênciaacrylic & ink on paper over wood. 23x20. 2015
three tenses. mixed media on paper. 35,5x28cm. 2013
manifesto, oil on canvas. 130x100. 2014
spheres, oil on canvas. 105x81,2. 2014
black&white, acrylica on paper. 36,5x28,5. 2014
black hole. mixed media on paper. 32x254. 2013
potpourri dans le trou. acrylic on cardboard. 50x40. 2013        
the rider. tempera on paper. 36,5x28,5. 2013
  joy. mixed media on paper. 38x29,8cm. 2013
repos. tempera on paper. 36,3x28,3. 2013
planet love. acrylic & ink over paper. 20,3x15,3. 2013
kardiá mou-a portrait with a sectionated left lung, acrylic on paper, 37,2x29,2. 2013
over the rainbow, acrylic on canvas. 57x44cm.  2013
le gauche, acrylic & ink on paper. 20,2x15,3cm. 2013


entrega. acrylic & ink o n paper. 20x15,2cm. 2013
                                                       before the dawn. mixed media on paper. 32,2x24,2cm. 2013

recoverymixed media on paper. 32x24. 2013

A arte não pode esgotar-se no olhar nem no raciocínio: ela tem que encontrar seu pouso na alma. É no âmago do ser onde se encontra a possibilidade real de mudança.  AB

Art may neither be given out in the eyes nor in the thought, it may find it's resting place in the soul. AB

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

OFICINA "ARTE: HISTÓRIA, PERCEPÇÃO, PRÁTICA" 17/02/2016



No dia 17 de fevereiro de 2016 conduzi a oficina “Arte: História, Percepção, Prática”, que teve duração de 3 horas realizada junto a Fundação Stickel, no CEU Paz.  
A oficina foi dividida em teoria e prática, compreendendo três partes: história da arte, percepção visual e prática com exercícios de desenho e pintura e atenderam 29 alunos do 9º Ano com o acompanhamento de seus professores e técnicos de educação.
Na parte teórica os focos foram história da arte e percepção visual.
Na parte prática os alunos puderam desenhar e pintar por meio de exercícios direcionados para o desenvolvimento cognitivo da percepção visual, com  exercícios de observação específicos de a profundamento que não fazem parte do currículo do ensino fundamental.
A realização da Contrapartida ao Edital de Intercâmbio do MinC, com o qual fui contemplada para a realização da viagem a França, foi muito importante para mim como artista e cidadã, mas principalmente como ser humano. Percebi na prática o que já sabia através da minha experiência individual de vida: a arte pode modificar o universo do indivíduo, sua percepção com seu entorno e o outro: o que modifica toda sua relação e interação com o meio e seu semelhante. A propagação da cultura é fundamental para o desenvolvimento da sociedade
On February 17, 2016 I conducted the 3 hours workshop "Art: History, Perception, Practice", held by the Stickel Foundation at CEU Paz (Unified Educational Center).The workshop was divided into theory and practice, comprising three parts: art history, visual perception and practice with drawing and painting exercises. 29 Year Nine students attended to the accompaniment of two art teachers and a education technician.In the art history part, we had a video and a photo slideshow with theoretical content.In the theoretical part of visual perception I could contextualize and base the art history presentation in interface with active visual perception, demonstrating the characteristics of differente art history periods in an objective and concrete way.In the practical part, the students got to draw and paint through exercises focused in the cognitive development of visual perception. Several observational drawing exercises never before done by students were applied. Such exercises have a very in-depth focus on the drawing discipline and thus not part of the elementary school curriculum.The realization of the Counterpart was very important for me as an artist and citizen, but mostly as a human being. I realized in practice what I already knew through my individual experience of life: art can modify the individual's universe, the perception of his surroundings and the other, what changes completely his relationship and interaction with the environment and his fellow man. Culture propagation is fundamental for social development.

 
             

         
               
              


Agradeço à Fundação Stickel pela realização e ao CEU Paz por nos receber. Foram momentos muito especiais. E agradeço acima de tudo o apoio do Ministério da Cultura do Brasil e ao Fundo Nacional de Cultura que tornaram tudo possível. Obrigada!
I thank the Stickel Foundation for the achievement and the CEU Paz for having us. Those were very special moments. And I also thank the Brazilian Ministry of Culture and the National Fund for Culture that made everything possible. Thank you all!

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